Futebol espanhol, Campeonato Espanhol, Seleção Espanhola, Copa del Rey, Liga Adelante, Canteras
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Difícil, mas não impossível
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
A fênix de Málaga
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sinal amarelo
Na sexta-feira, os exames médicos de Caballero confirmaram que o arqueiro ficará de fora o restante da temporada. Há duas semanas, fraturou um osso da mão esquerda. Para seu lugar, há alguém em um nível à altura: Kameni, contratado junto ao Espanyol no mercado de inverno. A estreia do camaronês foi justamente contra seu ex-clube, onde foi bastante importante, fez defesas essenciais e mostrou segurança. Se, por um lado, Caballero vinha em grande temporada, a ausência dele não deve ser muito sentida. O goleiro não está sozinho nessa lista: Toulalan será operado amanhã em Nantes, Júlio Baptista regressou ao Brasil para seguir o processo de recuperação e Joaquín ficará um mês fora. O Málaga, literalmente, se rompe.
Por sua vez, Pellegrini mantém a calma. Analisando friamente desfalque por desfalque, são nomes importantes para cenários semelhantes aos de sábado. Júlio Baptista, por exemplo, seria essencial para furar a defesa verdiblanca. O homem gol da equipe na temporada passada, principal responsável pelo não rebaixamento, participou de apenas 4 partidas em 2011/2012 graças a uma lesão no pé direito. O treinador chileno chegou a comentar que fazer uma boa pré-temporada, sobretudo na parte física, será sua missão no segundo semestre. Contra o Real Madrid, às vésperas do confronto, chegou a notícia de que Toulalan não iria ao duelo por fratura no edema ósseo do pé esquerdo. Seu retorno depende da evolução no tratamento, embora os jornais da Andaluzia já especulam que até a Eurocopa está em risco para o francês.
Apto, Toulalan era peça-chave do esquema de Pellegrini. Exercendo uma função à Xabi Alonso no Real Madrid, o ex-Lyon atuava com regularidade, sempre com partidas positivas, era importante na fluência de jogo malaguesa e criava sempre oportunidades de perigo. O cérebro do Málaga, como bem decreveu Cazorla. As características defensivas de Toulalan também eram importantes. Sustentou muitas das vezes os defeitos de seu companheiro de volância, ora Camacho, ora Maresca ou ora Récio. No momento mais crucial para o Málaga na temporada, seus companheiros terão que se virar rumo a uma vaga no paraíso sem o principal construtor.
É precisa voltar ao início da temporada para comentar o quão lamentada é a lesão de Joaquín. Contratado para ser uma espécie de Jesus Navas do Málaga, começou abaixo das expectativas. Alternava partidas negativas com positivas, que eram poucas, e chegou a ser banco até de Buonannote. Ao voltar de lesão em dezembro, deslanchou. Converteu-se em um dos homens mais desequilibrantes do elenco e chegou a lembrar, em certas ocasiões, o Joaquín do Bétis. Mas a alegria durou pouco. O meio-campista sofreu outra contusão, dessa vez de grau dois na coxa esquerda, e não volta mais nesta temporada. Quatro pilares do Málaga de Abdulah Al-Thani estarão ausente na reta final de campeonato. O momento não é de turnover, mas Pellegrini está sendo obrigado a fazer.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O Valencia ressurge
Soldado vibra: ele brilhou e o Valencia jogou como nunca para dar um passo enorme às oitavas da Champions League (AP)O Valencia chegava para o duelo desta terça-feira contra o Rangers pressionado. Se já não bastasse a perda de liderança na Liga, o tropeço da última rodada contra o Zaragoza não foi muito aceito por parte da torcida, e as vaias após o término da partida explicou muito bem isso. Porém, contra os escoceses, o Valencia mostrou sua melhor versão e aplicou um 3 a 0 convicente no Rangers. Com o resultado, o Valencia volta à segunda colocação e chegar às oitavas de finais é questão de tempo, já que, na próxima rodada, é difícil imaginar que o Valencia perderá pontos contra o saco de pancadas do grupo, Busaspor.
Se Unay Emery havia sido muito criticado por não ter escalado Áduriz e Soldado no jogo contra o Zaragoza, o técnico valenciano resolveu agradar a torcida e mandou a campo o seu já tradicional 4-2-2-2, com Joaquín e Mata nos flancos e Áduriz e Soldado um pouco mais à frente. A defesa foi a mesma utilizada no jogo do último sábado, mas, desta vez, Mathieu fez uma boa partida e marcou muito bem Whittaker. O lateral também se destacou por trabalhar bem tanto em suas subidas ao ataque, quanto na volta para marcar, mostrando um fôlego invejável. Enquanto os blues revesavam entre um 4-1-4-1 e um 5-4-1, a tática obrigava a Naismith a auxiliar bem de perto o isolado Miller. E foi desse jeito que o Rangers chegou com perigo logo aos oito minutos. Após Naismith deixar Navarro e Albelda para trás, Miller soltou um belo chute no canto direito de Cesar Sánchez, que só olhou ela sair levemente para fora.
O lance de perigo de Miller foi o único após o bombardeio ché. Para se ter ideia, os valencianistas finalizaram oito vezes na etapa inicial, sendo cinco certas. Numa delas, aos 33min, Soldado aproveitou falha de McGregor no alto para marcar o primeiro dos donos da casa. O Rangers procurou a reação na segunda etapa, tentando aproveitar os espaços raramente deixados por Navarro e Ricardo Costas, duas muralhas na segunda etapa.
O jogo ficava ainda mais favorável ao Valencia e McGregor começava a se redimir de seu erro no gol de Soldado. Áduriz vem cumprindo um papel tático muito importante. Se Soldado tem decidido por jogar mais infiltrado entre os zagueiros adversários, o papel que Áduriz tem desempenhando contribuiu muito para isso, porque o ex-Mallorca puxa os zagueiros para sí. Faltando 19 minutos para o final, Soldado resolveu matar partida. Após deixar Papac para trás, tabelou com Mata, melhor da partida, e chutou rasteiro no canto de McGregor. Naismith ainda tentou trazer os escoceses de volta à partida, mas Tino Costa definiu a vitória ché após receber passe de Pablo Hernández, que entrara no lugar de um cada vez mais brilhante Joaquín.
O Valencia voltou a mostrar um futebol convicente levando o confronto a serio desde o início da partida. O Valencia mostrou, principalmente, solidez e maturidade, características que lhe faltaram nos últimos jogos. A vitória serviu também para amenizar uma possível demissão de Unay Emery.
Na Dinamarca...
Com 15 gols em 12 partidas, Messi marcou mais uma vez, mas o Barcelona ficou no empate em Copenhague (El Mundo Deportivo)Guardiola teve muita razão ao dizer, na coletiva, que o jogo seria duríssimo em todos os sentidos. Com cinco minutos de jogo, duas confusões envolvendo blaugranas e dinamarqueses. A primeira delas com 40 segundos de partida, quando Bolaños atingiu Puyol de maneira imprudente. Imprudente também foi a maneira duríssima ao qual Valdés chegou em N'Doye, aos quatro. Victor Valdés acertou uma joelhada no rosto do senegalês, que caiu em campo desarcodado. A arbitragem, além de não punir o arqueiro do Barcelona, ainda deu uma falta N’Doye sobre Puyol.
Apesar de poder ser considerado um resultado positivo pelas circunstâncias do jogo, o empate frustrou os planos do Barcelona, que chegou a oito pontos e, apesar de estar na liderança do grupo D, ainda não conseguiu garantir vaga para a próxima fase da Liga dos Campeões. O Kobenhavn, por sua vez, subiu a sete pontos e segue na segunda colocação. Guardiola trocou o time que goleou o Sevilla por 5 a 0. Apesar de ter mantido o 4-1-2-1-2, o técnico de Santpedor tirou Pedro do time titular para pôr Keita e adiantou Iniesta à ponta esquerda. E, novamente, Iniesta foi mal jogando nesta posição. O jogador de Albacete simplesmente foi anulado por Parpesch na primeira etapa, e nada acrescentou no lado esquerdo dos azulgrenás.
Messi novamente marcou, chegando a expressiva marca de 30 gols na Champions League e tornando-se o jogador mais jovem a alcançar tal marca. Além do feito, a Pulga chegou a 100 gols na era Guardiola em 117 partidas. Com o jogo encerrado e o empate confirmado, o treinador Stale Solbakken, do clube dinamarquês, foi tirar satisfações com Pep Guardiola, e só não conseguiu fazer uso da violência pois foi contido pelo Busquets.
A torcida que lotou o estádio Parken, em Copenhague, participou ativamente da partida. Além das vaias, principalmente a Valdés, o público colaborou para a atitude ofensiva e destemida do Copenhaque, que, já sabendo do empate entre Rubin e Panatinaikos, pressionou o Barcelona e foi superior em diversos momentos, como aos 30min do segundo tempo, quando N’Doye marcou de cabeça, mas a arbitragem, desta vez de forma correta, anulou o lance.
domingo, 29 de agosto de 2010
Resumo: 1ª Rodada
Para tirar o Barcelona do topo, o Real Madrid contratou Mourinho. Mas a maneira que o time jogou contra o Mallorca é a mesma da gestão de Pellegrini (getty images)No Ono Estadi, entrava um Mallorca totalmente desacreditado por parte dos acompanhantes da Liga após a péssima pré-temporada e a venda dos principais jogadores. Porém, os baleares jogaram na base da raça, da vontade, do amor à camisa e seguraram o Real Madrid de José Mourinho. Com o 4-3-2-1 prometido, Mourinho surpreendeu ao colocar Canales no lugar de Özil O primeiro tempo foi bem parelho, com chances claras para as duas equipes. O Real Madrid procurava abrir o espaço da zaga bermellona, bem postada em campo, com a habilidade de Cristiano Ronaldo. E foi com o português que os blancos criaram as suas melhores chances na primeira etapa, que ainda viu Gonzalo Castro acertar um belo chute de esquerda rente à trave esquerda de Casillas. No segundo tempo, Mourinho lançou mão do recheado banco de reservas para mudar o jogo. Entraram em campo Karim Benzema, Mesut Özil e Sami Khedira. As alterações melhoraram a equipe, que passou a criar mais jogadas pelos lados do campo e conseguir penetrações, especialmente com os passes de Özil. Apesar da pressão, o time não conseguiu marcar e ficou no empate sem gols.
E quem está sorrindo à toa com o empate do Real Madrid, é, sem dúvidas, o Barcelona. Principal rival do time da capital, os blaugranas não precisaram se esforçar muito para saírem do El Sardinero com uma vitória convincente. Logo aos dois minutos de jogos, Messi recebeu passe de Iniesta, passou por Henrique - jogador do Barcelona cedido ao Racing Santander por uma temporada - e, com a perna direita, deu um sútil toque para encobrir o goleiro Toño. No time titular culé, Guardiola surpreendeu ao colocar Iniesta na direita, dando mais liberdade para o meio-campista. E foi o camisa 8 blaugrana o autor do segundo gol da partida. Após tabela entre Messi e Villa, Messi disputou a bola no alto com Toño, que espalmou pra frente. Percebendo o goleiro adiantado, Iniesta o encobriu fazendo dois a zero. Ainda na primeira etapa, pênalti duvidoso que Delgado Ferreira marcou de Maxwell em Francis. Na cobrança, Valdés pulou firme para pegar o chute de Tchité. Villa ainda iria esperar para marcar o seu primeiro gol oficial com a camisa azulgrená. No finalzinho da primeira etapa, o Guaje recebeu belo passe de Xavi e colocou no cantinho de Toño. Quando correu para comemorar, Villa percebeu que teve seu gol - corretamente - anulado pelo bandeirinha. Mas não havia jeito: aos 17 minutos, Messi fez boa jogada pelo meio e abriu para Daniel Alves, que descia pela direita. O brasileiro levantou a cabeça e cruzou na cabeça de Villa, que, sem sair do chão, cabeçeou firme para, enfim, marcar o terceiro do Barcelona e o seu primeiro gol oficial com a camisa azulgrená.
O Barcelona começou bem sua largada rumo ao terceiro título consecutivo, feito que os blaugranas só conseguiram uma vez na história, e com Guardiola como jogador do time ( 1990-91, 1991-92 e 1992-93). Após três anos na Liga Adelante, 25 mil torcedores foram ao estádio Anoeta para prestigiar o retorno da Real Sociedad à primeira divisão da Liga Espanhola. E foram recompensados. Os bascos sofreram um pouco no começo do jogo, quando o Villarreal, embalado pela classificação à fase de grupos da Liga Europa, começou melhor a partida, pressionando. A partir dos 15 minutos do primeiro tempo, o jogo passou a ficar mais equilibrado, com ambas as equipes perdendo boas oportunidades de gol. As coisas começaram a mudar na segunda etapa. A Real Sociedad voltou com mais vontade dos vestiários, e passou a dominar o adversário. Até que aos 12 minutos, Xabi Prieto recebeu belo passe de calcanhar de Joseba Llorente - ex-jogador do Villarreal - e chutou no contra-pé de Diego López para abrir o placar. A entrada do equatoriano Montero no submarino amarelo animou um pouco o time, graças ao perigo que o Villarreal levava com as suas finalizações, mas não alterou o resultado. E da-lhe festa no Anoeta.
Para completar a festa que vive o País Basco, o Athletic Bilbao derrotou o Hércules, no jogo que abriu a Liga BBVA 10-11. Contando com o apoio da fanática torcida, o Hércules, de volta à Liga BBVA depois de 13 anos, não pôde contar com Haedo Valdéz, principal contratação dos blanquiazules para a temporada, que ficou de fora da partida por lesão. Velthuizen, Sarr e Pulhac tampouco foram pro jogo, por estarem sem ritmo de jogo. O jogo também foi uma nostalgia para os torcedores herculanos: o último jogo de Liga BBVA que o estádio Rico Pérez havia presenciado, há 13 anos, foi exatamente uma partida contra o Athletic Bilbao - que terminou empatada por um a um. Na partida, vimos um Hércules pecando demais nas finalizações. Aos 25 minutos, Portillo recebeu belo passe de Abel Aguilar e, cara a cara com Iraizoz, bateu em cima do arqueiro basco. Com Javi Martínez pouco participativo, a criação do Athletic Bilbao se via nula e os leones foram acurraçados pelos blanquiazules. O Athletic fez um péssimo primeiro tempo, mas voltou à segunda etapa letal: na saída de jogo, Llorente, aproveitando falta cruzada à área por Susaeta, abriu o placar para os Leones. Apesar de saírem vencedores, o Athletic Bilbao levou uma péssima notícia para casa: após choque violento com Sendoa, Toquero acabou levando a pior. Fritzler, um dos reforços do time de Alicante, que fez boa partida, acabou sendo expulso, após fazer falta boba em Javi Martínez. Inicio ruim do Hércules, que na próxima rodada enfrenta o Barcelona, no Camp Nou. Derrota à vista?
O sábado também viu as estreias de Valencia e Sevilla. Os chés, cheios de dúvidas para uma temporada que não terá Silva e Villa e que terá que contar, sobretudo, com uma ótima temporada de Mata e Pablo Hernández, aproveitaram os numerosos erros da defesa do Málaga para conseguir o triunfo por três a um. Excelente partida de Joaquín, autor de dois gols, que pareceu voltar aos melhores tempos, levando a sete de Villa em suas costas. Em campo, um Valencia aniquilador e em busca da vitória. Logo aos 40 segundos de partida, Banega e Albelda tiveram chance de estrear o marcador. Os dois deram bastante dificuldades para Sandro Silva e Fernando, que não estavam conseguindo acompanhá-los. Nos flancos, Vicente e Joaquín ganhavam todas de seus marcadores. E o primeiro gol logo saiu. Em uma de suas maiores virtudes, o cabeçeio, Áduriz aproveitou cruzamento de Banega para testar firme às redes de Munúa. O Málaga viria a dar um duro golpe nos chés no final da primeira etapa: em cobrança de falta, Sebastián Fernández, um dos estreantes da noite, venceu César para igualar o marcador. O gol do Málaga mudou o rumo da partida, e o início da segunda etapa foi bem distinto daquele visto no primeiro tempo. Quando o Valencia era sufocado, eis que apareceu Joaquín para decidir. Primeiro, o espanhol fez linda jogada pela esquerda, ao melhor estilo Villa, para marcar o segundo gol do Valencia; depois, recebeu de Áduriz para chutar firme e pôr pontos finais na vitória valenciana.
No jogo de encerramento do sábado, entrava um Sevilla pressionado pelos vexames sofridos nos últimos jogos - mais precisamente, um Antonio Álvarez pressionado. Os rojiblancos se recuperaram da duríssima semana vivida a base de gols ante o Levante, rival ideal para esses momentos. Pelo menos isso foi o que foi visto na noite de sábado. E o fez se sobrepondo ao duro golpe de levar um gol sem ao menos merecer, graças ao controle de jogo no meio de campo e ao oportunismo goleador de Konko, que marcou duas vezes. Os jogadores de Álvarez se dispõem de tempo suficiente a partir de agora para se reajustarem e esquecerem definitivamente do desastre europeu e da horrível imagem no Camp Nou.
O domingo viu dois empates insonsos e sonolentos entre Almería e Osasuna e Deportivo e Zaragoza. Os dois por zero a zero. Na Catalunha, Osvaldo, que teve seu empréstimo renovado pelo Espanyol por mais uma temporada, deu show! O ítalo-argentino continua fazendo gols providenciais para o esquecimento de Tamudo, que transferiu-se à Real Sociedad. Dessa vez, um doblete na bela vitória dos péricos sobre o Getafe por três a um. O outro gol foi marcado por Dátolo, jogador contratado para dar o upgrade no meio-campo que Nakamura não deu. No encerramento da rodada, um super Atléti! A despedida de Jurado, que fez boa partida, foi marcado por uma goleada dos rojiblancos por quatro a zero.
Pelo resultado, os Colchoneros lideram La Liga, por terem ficado sem sofrer gols. A vitória começou a ser construída ainda no primeiro tempo. O primeiro gol surgiu logo aos 11 minutos: após escanteio, Raúl García ajeitou com o pé para o chute forte de José Manuel Jurado, que foi no ângulo direito do goleiro Juan Pablo. Depois, Diego Forlán ampliou, aos 40, completando jogada de Sergio Agüero. O próprio Forlán ampliou a vitória, marcando aos 17 minutos do segundo tempo. Jurado fez jogada individual pela direita, e tocou a Tomas Ujfalusi, que cruzou rasteiro para que o uruguaio completasse, com o gol vazio. E, finalmente, nos acréscimos, aos 48 minutos, Simão Sabrosa completou a goleada, ao cortar para o meio e bater da meia-lua, no ângulo esquerdo de Juan Pablo, marcando belo gol.
CRAQUES DA RODADA:
Diego Forlán (Atlético de Madrid)
Lionel Messi (Barcelona)
Osvaldo (Espanyol)
Joaquín (Valencia)


